ENIGMAS

DANY BITTENCOURT

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2018

ENIGMAS

“O que está oculto é essencialmente musical e não pode ser traduzido em palavras.”

Conta-se que, em um dia de 1898, depois de uma cansativa jornada de ensino, Edward Elgar começou a improvisar ao piano. Uma das melodias que improvisou chamou a atenção de sua esposa, Caroline Alice Elgar, que pediu que ele a repetisse. Então, para entretê-la, começou a improvisar variações sobre essa melodia, cada uma ao estilo de um amigo. Algum tempo depois, Elgar expandiu essas variações e orquestrou-as, transformando a peça nas “Variações de Enigma”.

Elgar dedicou a obra aos “meus amigos nela retratados”; cada variação mostra um retrato emotivo de algumas de suas relações sociais mais próximas, o que é explorado de forma individualizada pelos bailarinos da CISNE NEGRO CIA. DE DANÇA, unindo o “antigo” ao “novo”.

FICHA TÉCNICA

Coreografia
Dany Bittencourt
Música
Edward Elgar “Variações de Enigma”
Figurinos
Fábio Namatame
Assistente de Coreografia
Patrícia Alquezar
Desenho de Luz
Cristiano Paes
Ano
2017

SOBRE O COREÓGRAFO

DANY BITTENCOURT

De nome artístico Dany Bittencourt iniciou seus estudos no Estúdio de Ballet Cisne Negro aos 3 anos de idade e formou-se pela Royal Academy of Dancing de London, no nível advanced. Fez aulas de aperfeiçoamento em balé clássico em Londres com Merly Park e Shirley Graham, entre outros. Aprimorou-se em técnica clássica e contemporânea, permanecendo 6 meses no Les Ballets Jazz de Montreal e 6 meses no Le Grand Ballet Canadien Foi, por 20 anos, bailarina da cisne negro cia. de dança, tendo se apresentado por todo o Brasil e por países como África, Escócia, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, Argentina, Canadá, Uruguai, Alemanha, Paraguai, Chile, interpretando obras e atuando como assistente de importantes coreógrafos e professores nacionais e internacionais, como Mark Baldwin (Inglaterra), Gigi Caciuleanu, Patrick Delcroix (França), Itizik Galili (Holanda), Victor Navarro (Espanha), Marc de Graef (Portugal), entre outros. É Diretora de Ensaios da cisne negro cia. de dança, onde também atua como coreógrafa, tendo em seu currículo obras criadas especialmente para a Companhia: : Baobá (2010, com direção geral de José Possi Neto), Abacadá (2009 – Direção Coreográfica), Forrolins (2009), Atmosferas (2006); A Viagem de Quixote (2005), Anéis (2003), Em Caso de…(2001) e Vem Dançar (2000), além de obras como “coreógrafa convidada”: Forrolins (Chile), Imagens Sonoras (Balé da Cidade de Taubaté), Don Giovanni (São Paulo).